Essa aconteceu já tem um tempo. É mais uma das que estavam anotadas no meu caderninho de recordações...
Na casa da vovó Delza, onde os meninos literalmente deitam e rolam, o Lucas veio correndo me fazer um pedido:
"Tia Lê, você me ajuda numa cabraota?"
"Numa o quê, Lucas?"
"Você me ajuda a dar uma cabraota?"
"Cabraota? O que é isso? Uma cam-ba-lho-ta, você quer dizer, né?" (tia que se preze não perde a oportunidade de ser chata...)
"É, tia Lê, uma cabraota. Você me ajuda?"
E lá fui eu ajudá-lo a dar uma cabraota, ops, uma cambalhota, quer dizer, uma não, várias e várias cambalhotas. Ele e o André descobriram o tanto que é legal dar cambalhotas e querem fazer isso o tempo todo. Mas, ao mesmo tempo em que gostam, não conseguem fazer sozinhos, ainda se sentem inseguros e precisam de um "apoio moral" para o feito.
Na casa da vovó Delza, onde os meninos literalmente deitam e rolam, o Lucas veio correndo me fazer um pedido:
"Tia Lê, você me ajuda numa cabraota?"
"Numa o quê, Lucas?"
"Você me ajuda a dar uma cabraota?"
"Cabraota? O que é isso? Uma cam-ba-lho-ta, você quer dizer, né?" (tia que se preze não perde a oportunidade de ser chata...)
"É, tia Lê, uma cabraota. Você me ajuda?"
E lá fui eu ajudá-lo a dar uma cabraota, ops, uma cambalhota, quer dizer, uma não, várias e várias cambalhotas. Ele e o André descobriram o tanto que é legal dar cambalhotas e querem fazer isso o tempo todo. Mas, ao mesmo tempo em que gostam, não conseguem fazer sozinhos, ainda se sentem inseguros e precisam de um "apoio moral" para o feito.
Depois disso, já em casa, o André também veio me pedindo para ajudá-lo a dar mais cambalhotas e argumentou, com uma cara de gatinho com fome: "Eu sou pequeno, mãe; não consigo..."
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