Tudo começou com a tia Miriam, que um dia no shopping, quando o Tomás insistia pra ganhar um brinquedo, deu a idéia que ele tinha que ter uma mesada pra poder comprar o que bem entendesse. E, pra incentivá-lo, deu uma nota de R$20,00.
Aí, a vovó Olinta deu R$50,00 de presente e eu logo providenciei a carteira pra ele guardar e começar a economizar. E decidimos que ele ganharia uma moedinha de R$0,50 por dia de "mesada".
Fomos à loja de brinquedos para decidir qual seria o objetivo da economia, o que ele iria querer comprar. Brinquedo escolhido e contas feitas, vimos que ele demoraria uns 3 meses, com seus 50 centavos ao dia, pra conseguir juntar o dinheiro necessário.
Acontece que ele contou isso pra todo mundo: avós, tios, tias-avós, bisavós... E todo mundo quis colaborar com o "cofrinho". Em menos de um mês, ele já tinha os R$170,00 necessários para comprar o que escolhera: uma pista da Hot Wheels e um boneco do Max Steel.
Fomos à loja e ele, todo orgulhoso, comprou a pista do dragão - que estava em promoção - e desistiu do boneco do Max Steel. Gastou R$99,00. Só ficou meio triste quando viu todas as suas moedinhas irem embora...
Agora, sua nova "empreitada" é economizar para comprar uma bicicleta nova (depois que ele aprendeu a andar sem rodinhas, ficou achando que sua bicicleta antiga é muito pequena). E já começou de novo na vantagem: a vovó Delza deu R$50,00 de "incentivo".
Mas o que eu achei melhor nessa história toda é que agora tenho novos argumentos quando ele fica me pedindo mil coisas no shopping. Além de entender um pouco mais sobre o valor das coisas, ele tem dinheiro para comprar o que está querendo.
Como aconteceu esses dias lá na Centauro: ele queria porque queria uma máscara de mergulho que custava míseros R$90,00. Expliquei como era caro, que quase dava pra comprar a metade da bicicleta que ele queria. Ele escolheu outra de R$70,00. Já impaciente por explicar de novo a mesma coisa, disse: "Tomás, você tem dinheiro pra comprar essa máscara, pode comprar sozinho, não precisa do dinheiro da mamãe".
E ele, resignado, resmungou baixinho: "Ainda bem que eu não trouxe a minha carteira".
Ah, como é fácil gastar o dinheiro dos outros...
Aí, a vovó Olinta deu R$50,00 de presente e eu logo providenciei a carteira pra ele guardar e começar a economizar. E decidimos que ele ganharia uma moedinha de R$0,50 por dia de "mesada".
Fomos à loja de brinquedos para decidir qual seria o objetivo da economia, o que ele iria querer comprar. Brinquedo escolhido e contas feitas, vimos que ele demoraria uns 3 meses, com seus 50 centavos ao dia, pra conseguir juntar o dinheiro necessário.
Acontece que ele contou isso pra todo mundo: avós, tios, tias-avós, bisavós... E todo mundo quis colaborar com o "cofrinho". Em menos de um mês, ele já tinha os R$170,00 necessários para comprar o que escolhera: uma pista da Hot Wheels e um boneco do Max Steel.
Fomos à loja e ele, todo orgulhoso, comprou a pista do dragão - que estava em promoção - e desistiu do boneco do Max Steel. Gastou R$99,00. Só ficou meio triste quando viu todas as suas moedinhas irem embora...
Agora, sua nova "empreitada" é economizar para comprar uma bicicleta nova (depois que ele aprendeu a andar sem rodinhas, ficou achando que sua bicicleta antiga é muito pequena). E já começou de novo na vantagem: a vovó Delza deu R$50,00 de "incentivo".
Mas o que eu achei melhor nessa história toda é que agora tenho novos argumentos quando ele fica me pedindo mil coisas no shopping. Além de entender um pouco mais sobre o valor das coisas, ele tem dinheiro para comprar o que está querendo.
Como aconteceu esses dias lá na Centauro: ele queria porque queria uma máscara de mergulho que custava míseros R$90,00. Expliquei como era caro, que quase dava pra comprar a metade da bicicleta que ele queria. Ele escolheu outra de R$70,00. Já impaciente por explicar de novo a mesma coisa, disse: "Tomás, você tem dinheiro pra comprar essa máscara, pode comprar sozinho, não precisa do dinheiro da mamãe".
E ele, resignado, resmungou baixinho: "Ainda bem que eu não trouxe a minha carteira".
Ah, como é fácil gastar o dinheiro dos outros...