Eu sei, eles estão em fase de aprendizagem. Mas nem por isso a confusão que fazem é menos engraçada... Pra variar, as pérolas que seguirão abaixo são parte daquelas que eu vou anotando num papelzinho aqui, outro acolá, e que de vez em quando encontro no meio das minhas bagunças.
Certa vez (essa já tem um tempinho bom...), o Tomás foi com a escola assistir uma peça de teatro. Perguntei como foi e ele me respondeu: "Mãe, a gente não foi naqueles ônibus que levam as crianças para a escola (tradução: vans). A gente foi naquele que transformam adultos". Êta ônibus perigoso!! Não quero andar nele não!
De outra vez, o André viu um prego no chão e disse: "Olha só, um perigo!!". Tudo bem, não deixa de ser um perigo, mas ele queria mesmo era dizer um "prego".
Certa vez (essa já tem um tempinho bom...), o Tomás foi com a escola assistir uma peça de teatro. Perguntei como foi e ele me respondeu: "Mãe, a gente não foi naqueles ônibus que levam as crianças para a escola (tradução: vans). A gente foi naquele que transformam adultos". Êta ônibus perigoso!! Não quero andar nele não!
De outra vez, o André viu um prego no chão e disse: "Olha só, um perigo!!". Tudo bem, não deixa de ser um perigo, mas ele queria mesmo era dizer um "prego".
"Mãe, o Lucas me espetou."
"Como assim, filho, o Lucas te espetou com esse brinquedo? Por quê?"

"É, mãe, foi o Lucas que me espetou esse brinquedo".
"Te espetou? Mas onde foi?"
"Não!!!! Ele me espetou, mãe!!!"
O André começava a ficar nervoso. Mas eu não estava entendendo bulhufas do que ele queria me dizer. O Tomás, que presenciara a cena do André e do Lucas, veio ao meu socorro: "Mãe, o Lucas deu esse brinquedo para o André".
Aaaahhh, agora sim: o Lucas em-pres-tou o brinquedo.
Definitivamente, preciso de um doutorado em linguística pra entender...