
Esta aconteceu em julho de 2006. O Tomás não tinha nem 3 anos.
Já era tarde. O jantar estava demorando a ser servido e ele já reclamava de fome. Também, não sei que idéia foi essa de levar criança a festa de casamento. Mas é o tal negócio: casamento do primo em outra cidade, não tínhamos com quem deixar (e acho mesmo que nem queríamos deixar) e outras crianças também iriam. Além disso, ele já não comia mais papinha da Nestlé e a gente foi enganando com outras coisas até a hora do jantar.
Mas chega um momento em que você não agüenta mais bobeira e a sua fome é mesmo de arroz. E o Tomás é bem assim, ele gosta de "arroz, feijão e carninha". Chegara essa hora e ele não parava de reclamar que queria "papar".
Eu disse pra ele esperar só mais um pouquinho, porque o garçom já iria servir o jantar. Ele me perguntou quem era o garçom. Eu mostrei e me distraí. Quando vi, o Tomás já estava lá, pedindo ao garçom: "Você põe 'papá' pra mim?" Imagina se o garçom não serviu... Quem resistiria a um pedido desses?
E lá foi o Tomás, feliz da vida com seu arroz com 'carninha', e o pessoal perguntando pra ele como ele conseguira se servir antes de todos.
Sabe, tenho consciência da minha bênção de ter dois filhos que comem bem desde sempre. Comem muuuito bem, aliás. Esses dias pedi cópia das anotações feitas pela pediatra do Tomás quando morávamos em SP, porque na mudança para Goiânia havia perdido as minhas. Ri muito quando li o comentário dela de quando ele começou a comer papinha de fruta. "Aceitou bem a fruta. Come 2 bananas".
DUAS bananas! Pensando bem, é muito para um bebê de 4 meses. É muito até pra gente, que já é adulto. Mas aqui em casa é assim. O André também come 2 bananas e mama 250 ml de leite (o mesmo que o Tomás toma hoje, aos 4 anos - e acho que o mesmo que eu também tomo).
E me admira também a independência deles. Se o assunto é comida, não existe isso de ter vergonha de pedir. Ninguém passa fome, nem mesmo o André. Quando ele quer mamar, pega a nossa mão e nos leva até a cozinha, apontando para o filtro e falando um monte de coisas meio ininteligíveis. A gente entende o pedido e faz a mamadeira. Agora, ele deu pra pedir comida também. Se estou dando comida para o Tomás, ele vem correndo, já abrindo a boca, querendo o seu pedaço.
Viajei neste fim de semana e eles ficaram com o Hugo. Lá pelas 4h da tarde, o Hugo deu uma pêra para o André (que comeu tudo!). Uma hora e meia depois, ele fez uma mamadeira para o Tomás. Pra quê... Quando o André viu, foi logo reinvindicar a sua, puxou o Hugo para a cozinha e começou a reclamar. Só sossegou quando o Hugo deu o jantar dele adiantado (comeu tudo também!). Afinal, como dizem, pêra e maçã abrem o apetite, né?
Já era tarde. O jantar estava demorando a ser servido e ele já reclamava de fome. Também, não sei que idéia foi essa de levar criança a festa de casamento. Mas é o tal negócio: casamento do primo em outra cidade, não tínhamos com quem deixar (e acho mesmo que nem queríamos deixar) e outras crianças também iriam. Além disso, ele já não comia mais papinha da Nestlé e a gente foi enganando com outras coisas até a hora do jantar.
Mas chega um momento em que você não agüenta mais bobeira e a sua fome é mesmo de arroz. E o Tomás é bem assim, ele gosta de "arroz, feijão e carninha". Chegara essa hora e ele não parava de reclamar que queria "papar".
Eu disse pra ele esperar só mais um pouquinho, porque o garçom já iria servir o jantar. Ele me perguntou quem era o garçom. Eu mostrei e me distraí. Quando vi, o Tomás já estava lá, pedindo ao garçom: "Você põe 'papá' pra mim?" Imagina se o garçom não serviu... Quem resistiria a um pedido desses?
E lá foi o Tomás, feliz da vida com seu arroz com 'carninha', e o pessoal perguntando pra ele como ele conseguira se servir antes de todos.
Sabe, tenho consciência da minha bênção de ter dois filhos que comem bem desde sempre. Comem muuuito bem, aliás. Esses dias pedi cópia das anotações feitas pela pediatra do Tomás quando morávamos em SP, porque na mudança para Goiânia havia perdido as minhas. Ri muito quando li o comentário dela de quando ele começou a comer papinha de fruta. "Aceitou bem a fruta. Come 2 bananas".
DUAS bananas! Pensando bem, é muito para um bebê de 4 meses. É muito até pra gente, que já é adulto. Mas aqui em casa é assim. O André também come 2 bananas e mama 250 ml de leite (o mesmo que o Tomás toma hoje, aos 4 anos - e acho que o mesmo que eu também tomo).
E me admira também a independência deles. Se o assunto é comida, não existe isso de ter vergonha de pedir. Ninguém passa fome, nem mesmo o André. Quando ele quer mamar, pega a nossa mão e nos leva até a cozinha, apontando para o filtro e falando um monte de coisas meio ininteligíveis. A gente entende o pedido e faz a mamadeira. Agora, ele deu pra pedir comida também. Se estou dando comida para o Tomás, ele vem correndo, já abrindo a boca, querendo o seu pedaço.
Viajei neste fim de semana e eles ficaram com o Hugo. Lá pelas 4h da tarde, o Hugo deu uma pêra para o André (que comeu tudo!). Uma hora e meia depois, ele fez uma mamadeira para o Tomás. Pra quê... Quando o André viu, foi logo reinvindicar a sua, puxou o Hugo para a cozinha e começou a reclamar. Só sossegou quando o Hugo deu o jantar dele adiantado (comeu tudo também!). Afinal, como dizem, pêra e maçã abrem o apetite, né?