Agora, é a vez do André mostrar toda a sua desenvoltura andando de velocípede na descida. Reparem na folga do garoto...
porque todas as pessoas grandes foram um dia crianças, mas poucas se lembram disso...
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Andando de bicicleta - a prova
Gente, vejam só o Tomás e seu grande orgulho: comprovando a todos que realmente consegue andar de bicicleta sem rodinhas!
terça-feira, 3 de junho de 2008
Andar de bicicleta

"Gosto da vovó,
da titia e da neta,
mas o que eu gosto mais
é de andar de bicicleta"
Esses versinhos singelos bem que poderiam ter sido feitos para o Tomás. São a tradução perfeita para a predileção dele do momento: andar de bicicleta. Sem rodinhas!!! Isso mesmo, ele aprendeu a andar de bicicleta sem rodinhas e não está se contendo de tanta felicidade. E como causa uma sensação estranha vê-lo andar de bicicleta sem ajuda... É uma mistura de orgulho e espanto. Ele me parece tão crescido... e ainda me lembro dele no velocípede.
Lembro-me também da minha primeira bicicleta: uma caloi cecizinha vermelha, com garupa, cestinha e penduricalhos branquinhos no guidom, que até hoje está guardada lá na minha mãe, reformada e conservadíssima (só não tem mais a cestinha e os penduricalhos). Ganhei de natal, após espalhar milhares de bilhetinhos "não se esqueça da minha caloi" nos bolsos das camisas e paletós do meu pai, e nas gavetas do guarda-roupa da minha mãe.
da titia e da neta,
mas o que eu gosto mais
é de andar de bicicleta"
Esses versinhos singelos bem que poderiam ter sido feitos para o Tomás. São a tradução perfeita para a predileção dele do momento: andar de bicicleta. Sem rodinhas!!! Isso mesmo, ele aprendeu a andar de bicicleta sem rodinhas e não está se contendo de tanta felicidade. E como causa uma sensação estranha vê-lo andar de bicicleta sem ajuda... É uma mistura de orgulho e espanto. Ele me parece tão crescido... e ainda me lembro dele no velocípede.
Lembro-me também da minha primeira bicicleta: uma caloi cecizinha vermelha, com garupa, cestinha e penduricalhos branquinhos no guidom, que até hoje está guardada lá na minha mãe, reformada e conservadíssima (só não tem mais a cestinha e os penduricalhos). Ganhei de natal, após espalhar milhares de bilhetinhos "não se esqueça da minha caloi" nos bolsos das camisas e paletós do meu pai, e nas gavetas do guarda-roupa da minha mãe.
Como era bom andar de bicicleta na rua! Como era bom não ter tanta preocupação com carros e assaltos! Íamos para todos os lugares, atravessávamos a Rua 90 para ir à casa da vó Rodes e do vô João, circulávamos pela Al. Ricardo Paranhos e explorávamos todas as ruas do Setor Marista, à época tranqüilo, quase isolado, só casas residenciais e sem ameaça de construção de edifícios de 25 andares.
Isso sem falar da vez em que resolvemos construir, num lote baldio, uma pista de "bicecross", com rampas, curvas e até mesmo um lugar reservado para a platéia. Invenções de férias que ainda podiam ser curtidas fora de casa, na rua, sem videogame e canal de desenhos o dia inteiro.
Isso sem falar da vez em que resolvemos construir, num lote baldio, uma pista de "bicecross", com rampas, curvas e até mesmo um lugar reservado para a platéia. Invenções de férias que ainda podiam ser curtidas fora de casa, na rua, sem videogame e canal de desenhos o dia inteiro.
Meu pai chegou do trabalho e nos viu, de enxada na mão, capinando o lote. Vê se pode! Mas, em vez de nos dar uma merecida bronca (e o potencial risco de encontrar uma cobra no caminho?), contratou um moço pra terminar a nossa pista, que ficou o máximo e permitiu um mês inteiro de brincadeiras, até que o mato voltasse a crescer.
Hoje, a gente não deixa o Tomás andar de bicicleta sozinho na rua, mas eu faço de tudo pra ele não ficar em frente à televisão o dia inteiro. Ainda bem que tem o Parque Areião e a quadra da casa da vovó Delza e do vovô Edésio!
Assinar:
Postagens (Atom)