terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Eu já sei ler

Semana passada participei do meu primeiro grande evento como mãe: a formatura da pré-alfabetização do Tomás, ou melhor, a formatura do 1º ano - a "festa da descoberta da leitura e da escrita".

Realmente, é muito gratificante participar desse acontecimento na vida do seu filho. E confesso que me senti bem importante: a mãe do grande astro da noite. Uau!... Mas as emoções são contraditórias. Um misto de orgulho e espanto. Alegria e reflexão.

Meu filho está crescendo. Constatação óbvia e ridícula. Mas não é só que ele está crescendo: ele já sabe ler e escrever, já tem acesso ao mundo. Um belo dia, você para no sinal e ele lê no carro ao lado: "ta-xi". E ainda que tenha saído igual a "a-ba-ca-xi", você quase morre de tanto achar lindo.

Não vai demorar pra eu participar de outras formaturas. Isso não é só muito gratificante. Na verdade, isso é muito assustador...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

As ondas

Mais uma do André.

A primeira vez que o André foi à praia foi no ano passado, para Maragogi-AL. Uma praia cercada por recifes, com um mar praticamente sem ondas. Uma grande lagoa rasinha. Vencida a barreira da areia, que teimava em grudar no pé dele e entrar no chinelo ou no crocs, ele achou o máximo.

A cena acima - clássica! - registrou com propriedade a grande descoberta.

Esse ano, fomos para Fortaleza. Mar agitado. Ondas. Muitas ondas. E o André não achou nenhuma graça no mar. Não quis entrar nenhuma vez. Teve medo, coitado.

E a cena que eu não consegui clicar (inclusive porque ele não ousou repeti-la), mas que ficará registrada para sempre na minha mente foi a dele correndo desesperado da onda, fugindo para que ela não lhe lambesse os pés...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O "bifinho"


Quem não se lembra daquela propaganda antiiiiiiga do danoninho? Sim... "aquela" da única música que todo mundo sabe tocar no piano, o "bife". Exemplo de jingle que fez muito sucesso. Pode perguntar pra qualquer um na faixa dos 30 anos. Os que ainda não estão sendo perseguidos por aquele alemão, o Alzheimer, certamente se lembrarão.

"Me dá, me dá, me dá, me dá danoninho, danoninho já. Me dá danoninho, danoninho dá, cálcio e vitamina pra gente brincar. Me dá!
Lipídios, glicídios, protídeos, cálcio, ferro, fósforo, vitamina A. Me dá mais saúde, mais inteligência, me dá danoninho, danoninho já! Me dá!!"


A música pode não fazer tanto sucesso hoje, mas o danoninho.... nenhuma diferença! Continua sendo o preferido da criançada.

Lembro-me até hoje do que o Tomás disse, quando tinha por volta de 1 ano e meio. O Hugo acabara de chegar da fazenda e estava com ele no colo. Eu perguntei se o Hugo estava com fome, se queria comer alguma coisa. O Tomás, então, todo atencioso, segurou no queixo dele e também perguntou: "Quer noninho, papai?"

Com certeza, ele estava oferecendo o melhor que ele podia para o Hugo.

O André, como não podia ser diferente, também adora o tal iogurte que - dizem - vale por um bifinho. Se deixarmos, ele come 4 de uma só vez. Quase a bandejinha inteira! Dá um prejuízo...

Já o Lucas, meu sobrinho, também gosta, mas só do danoninho "branco" - uma versão que não existia na minha época: é o danoninho de banana, e não de morango.

E, agora, a mais nova invenção: o danoninho potão - a alegria do André, que não precisa mais comer 4 potinhos para satisfazer sua vontade.

É... o tempo passa, o tempo voa... mas a poupança Bamerindus continua numa boa!...