O André não gosta de ver a tampa do vaso sanitário levantada. Então, ele sempre a abaixa. Ele também não gosta de ver a porta do box do banheiro aberta. Então, ele sempre a fecha.
E, quando ele faz isso em um banheiro, ele lembra que existe outro na casa e que essa mesma situação pode estar ocorrendo lá. Incontinenti, ele vai para o outro banheiro, determinado a resolver esse problema.
Se as gavetas ou portas de um armário estão abertas, ele as fecha. Ah, a porta da geladeira também (quase não dá tempo de pegar o que queremos). E nunca desce do carro e sai correndo. Primeiro, ele fecha a porta.
Se as revistas estão umas de cabeça pra cima e outras de cabeça pra baixo, ele logo trata de colocá-las todas no mesmo sentido.
Quando ele se levanta da cadeira, sempre a coloca de volta ao lugar, pertinho da mesa. E também arruma as cadeiras dos outros que se levantaram sem a mesma preocupação.
Se o meu celular ou a minha bolsa estão jogados em cima da mesa ou do aparador, ele vem me entregar: “xeu xeúlar, mamãe”. Implícita a mensagem: “por favor, guarde”. E eu nunca posso me levantar e deixar o chinelo pra trás.
A mochila da escola fica sempre no mesmo cantinho. E os sapatos, sempre enfileirados em ordem de tamanho (primeiro os do Tomás, depois os dele).
O André é assim: organizado. Gosta que as coisas estejam em seus devidos lugares. Mas quando a gente diz que ele não precisa se preocupar, que a porta do box pode ficar aberta, que não tem problema, ele sai sem achar ruim, dizendo um apressado - e resignado - “tá bom”, quase como se dissesse: "se você gosta de viver assim..."
E, quando ele faz isso em um banheiro, ele lembra que existe outro na casa e que essa mesma situação pode estar ocorrendo lá. Incontinenti, ele vai para o outro banheiro, determinado a resolver esse problema.
Se as gavetas ou portas de um armário estão abertas, ele as fecha. Ah, a porta da geladeira também (quase não dá tempo de pegar o que queremos). E nunca desce do carro e sai correndo. Primeiro, ele fecha a porta.
Se as revistas estão umas de cabeça pra cima e outras de cabeça pra baixo, ele logo trata de colocá-las todas no mesmo sentido.
Quando ele se levanta da cadeira, sempre a coloca de volta ao lugar, pertinho da mesa. E também arruma as cadeiras dos outros que se levantaram sem a mesma preocupação.
Se o meu celular ou a minha bolsa estão jogados em cima da mesa ou do aparador, ele vem me entregar: “xeu xeúlar, mamãe”. Implícita a mensagem: “por favor, guarde”. E eu nunca posso me levantar e deixar o chinelo pra trás.
A mochila da escola fica sempre no mesmo cantinho. E os sapatos, sempre enfileirados em ordem de tamanho (primeiro os do Tomás, depois os dele).
O André é assim: organizado. Gosta que as coisas estejam em seus devidos lugares. Mas quando a gente diz que ele não precisa se preocupar, que a porta do box pode ficar aberta, que não tem problema, ele sai sem achar ruim, dizendo um apressado - e resignado - “tá bom”, quase como se dissesse: "se você gosta de viver assim..."
2 comentários:
Eu já vi esse filme...Lá em casa tem um desses! Estimule-o a deixar mesmo ou então ele vai sofrer MUITO quando uma coisa tiver fora do lugar! Fiquei imaginando a cena dele fechando as coisas, muito engraçado! Beijo
Eu fico preocupada exatamente por causa disso. Mas confesso que é mesmo muito engraçado ver uma criança que não tem nem 2 anos ser tão obsessiva com organização.
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